Militares e membros do Ministério do Interior comandam lista de fuga à paternidade

Imagem ilustrativa
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Os militares e membros do Ministério do Interior lideram a lista de pais que abandonam seus filhos, negando a responsabilidade do cuidado paternal e assistir com educação e serviços de saúde médica e medicamentosa, revelou o director geral do Instituto Nacional da Criança (INAC), Paulo Kalesi.

Cerca de 2.416 casos de fuga à paternidade foram registados em Luanda no ano de 2020, militares e membros do Ministério do Interior lideram a lista em todo o país.

A fuga à paternidade, constitui crime com punição de até dois anos de prisão. O Instituto Nacional da Criança (INAC), enviará uma proposta às entidades competentes que verificará o maior fuga à paternidade, provocando a estagnação dos progenitores nos cargos até que assistam seus filhos. Antes que sejam elevados os mesmos apresentarão seus currículos familiares de modos a se ter certeza que estes cumprem com os seus deveres paternais.

Desta forma o INAC pretende desencorajar a fuga à paternidade, sendo que os homens constituem 95% e as mulheres 5%.