Professores admitidos no concurso público 2019 avistam “luz no fundo do túnel”

Após terem testemunhado o impacto negativo causado pelo novo Coronavírus a retardar o seu enquadramento nas diferentes escolas públicas do país, os professores admitidos no concurso público de educação em 2019, começam finalmente a receber os seus respectivos salários a partir do próximo mês de Junho, conforme fez saber a directora dos Recursos Humanos do Ministério da Educação (MED).

Apesar dos casos positivos da Covid-19 se multiplicarem a cada semana que passa, aos poucos, mas bem devagarzinho, o país já começa a caminha para alguma normalidade. No meio de tanta “tempestade” começam a surgir notícias boas de se ler, sendo que uma delas é a confirmação da inserção, dos professores admitidos, no sistema financeiro do MED.

De acordo com a directora dos Recursos Humanos do Ministério da Educação (MED), Laudemira de Sousa, que nessa semana fez algumas declarações a imprensa, neste mês de Maio, prevê-se o término do processo de admissão.

“O processo de admissão passa por várias etapas, depois da publicação dos resultados dos exames, nomeadamente entrega de processos, assinatura de contratos e inserção no sistema financeiro… Infelizmente, não é por culpa do MED. Mas, estamos a fazer tudo para fechar o processo. Agora é só esperarem que, a partir de Junho, comecem a receber os salários e, com as guias de colocação, vão para onde forem indicados”, explicou a responsável.

Neste âmbito não estão, ainda, incluídos os candidatos das províncias do Bengo e da Lunda-Norte, cujos processos estão a ser reavaliados, devido às irregularidades constatadas. “Os candidatos destas duas províncias ainda não terão a situação resolvida, porque está em fase de conclusão a reavaliação dos processos”, esclareceu.

O Ministério da Educação disponibilizou, no ano passado, 10 mil vagas, com 14 províncias a terem direito a 489 lugares, enquanto Bié, Malanje e Zaire beneficiaram, cada uma, de mil. Luanda foi a que menos lugares teve direito, com apenas 154 vagas, todas destinadas à Escola Nacional de Arte.

POR: GARCIA ALBERTO