Mia Khalifa agradece pelas assinaturas a favor da remoção de seus filmes pornográficos

Mia Khalifa com 1,5 milhões assinaturas para retirar filmes pornográficos da internet
Mia Khalifa com 1,5 milhões assinaturas para retirar filmes pornográficos da internet

A ex-actriz de filmes para adultos, Mia Khalifa, fez um pedido para a remoção dos onze filmes pornográficos que ela tem na Internet, pois os mesmos têm assombrado ela, por isso Khalifa usou a sua conta do Instagram para agradecer o esforço de todos, pois o que ela mais quer é recuperar o seu nome de domínio da BangBros e impedir a constante republicação dos filmes.

Khalifa comemora por já ter chegado à um milhão de assinaturas, graças à união das pessoas: “Agradeço à vocês… Eu sei que isso é uma grande luta, mas precisamos mudar para futuras garotas, e o precedente precisa começar em algum lugar”, disse a ex-atriz da indústria adulta. Personagem de mídia social e modelo de webcam líbano-estadunidensce, Mia Khalifa ou Mia Callista como também é conhecida, fez uma petição para remover os vídeos adultos da Internet, e o mesmo já chega aos 1,5 milhão de assinaturas. A petição foi feita após a mesma ter vindo a Internet, para explicar que os onze filmes feitos em três meses na indústria adulta em 2014, a perseguem até hoje, e a mesma em entrevista com Meghan Abbott, falou abertamente do que ela conquistou enquanto actriz: “Eu fiz um total de cerca de US $ 12.000 na indústria e nunca mais vi um centavo depois disso”, revelou Khalifa.

Para Mia, tem sido um sufoco encontrar um emprego, por isso ela luta para que os vídeos feitos em 2014 à 2015 sejam removido da Internet, para isso ela já conta com 1.385.916 assinaturas, e o número cresce espontaneamente devido a boa vontade de seus fãs, que estão pedindo que sites de tubo gratuitos como o PornHub removam o conteúdo de Khalifa.

A petição do Change.org “exige que seus nomes de domínio sejam devolvidos, que seus vídeos sejam removidos e discutidos com justiça no tribunal, sem colocar Mia Khalifa em profunda ruína financeira”. Mia tenta evitar que seus vídeos sejam compartilhados o máximo possível, para que ela não receba mais ameaças de morte do Líbano, país em que nasceu, embora ela resida nos Estados Unidos da América desde o ano 2000, e tenha feito os filmes quando ainda tinha vinte e um anos de idade.