Morre aos 66 anos Waldemar Bastos vítima de cancro em Lisboa

Aos 66 anos morreu o cantor e compositor Waldemar Bastos na madrugada desta segunda-feira (10) de Agosto, em Lisboa na tentativa de se tratar do cancro, a notícia foi avançada pelo gabinete de comunicação do Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente de Angola.

Mais um artista partiu do mundo dos vivos, e consigo letras não escritas, canções não cantadas. O amanhecer desta segunda-feira foi marcada pela notícia do passamento físico de Waldemar Bastos, um dos maiores compositores angolanos.

Segundo informou o gabinete de comunicação do Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente de Angola, Bastos estava em tratamento a cerca de um ano no centro de oncologia em Lisboa, não apresentou a resistência precisa, e veio a falecer na madrugada de hoje.
Com mais de quatro décadas de trabalho, sua morte deixa um vazio no mercado nacional e internacional, e contristrados figuras públicas e internautas, deixaram os seus sentimentos de pesar à família enlutada com pequenos e longos textos:

“Descanse em paz”, disse a cantora Anna Joyce.

“Infelizmente não fui a tempo de cantar contigo, mas tenho a honra de dizer que já cantei para ti”, disse C4 Pedro.

“Tive a oportunidade de poder dizer-te o quão importante sempre serás na minha vida Tio Waldemar, hoje é um dia muito triste para mim, para o meu pai😭 e para o país. Obrigado por tudo, obrigado por teres partilhado o melhor da tua alma conosco 😭. Para sempre no meu coração.”, expressou Dji Tafinha.

Autor de música global, “Velha Chica”, “Teresa Ana” e “Muxima”, Waldemar dos Santos Alonso de Almeida Bastos, nascido aos 04 de Janeiro de 1954 em M’Banza Kongo, residia em Portugal desde a independência de Angola, deixa viúva e dois filhos

Ravelino de Castro
CEO e fundador.